Centro de Tratamento à Criança Queimada é o primeiro do tipo em hospital privado pediátrico no Brasil - Hospital Sabará
Centro de Tratamento à Criança Queimada é o primeiro do tipo em hospital privado pediátrico no Brasil
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Centro de Tratamento à Criança Queimada é o primeiro do tipo em hospital privado pediátrico no Brasil

Com tecnologia de ponta e protocolos de padrão internacional, centro investe em atendimento multidisciplinar para cuidado a longo prazo

Em outubro de 2023, o Sabará inaugurou o Centro de Tratamento à Criança Queimada (CTCQ), reunindo uma equipe altamente especializada em cuidar das particularidades de queimaduras em pacientes pediátricos. o serviço presta atendimento emergencial dentro do pronto-socorro, lidando desde casos simples de queimaduras e até a casos graves que demandam atenção imediata na unidade de terapia intensiva.

“Todo mundo já teve uma queimadura comum, que é tranquila de cuidar e não deixa sequelas. Mas as queimaduras graves são dificílimas de tratar, e para conseguirmos o melhor desfecho possível é essencial que exista um Centro de Excelência como o CTCQ. Nosso tratamento a longo prazo busca o menor tempo possível em internação, zero sofrimento e a menor quantidade possível de sequelas funcionais e estéticas”, explica o Dr. Luiz Philipe Molina Vana, coordenador do CTCQ.

Cuidar de crianças com queimaduras extensas vai muito além do tratamento inicial, e demanda que a equipe esteja pronta para lidar com as complicações emocionais do trauma. “As queimaduras são lesões que causam não só cicatrizes na pele, mas traumas psicológicos profundos na criança na medida em que apresentam muita dor durante o tratamento, além de marcas e alterações funcionais e estéticas. Um tratamento que leva isso em conta só pode existir em um local como o Sabará, referência no cuidado de crianças com condições complexas. Foi pensando nisso que estruturamos o CTCQ. Fomos para o exterior conhecer centros de excelência no cuidado de crianças queimadas e atualizamos nossos protocolos com o que existe de melhor”, continua o especialista.

 

Equipe multidisciplinar é diferencial no tratamento de queimaduras extensivas EXTENSAS e que ameaçam a qualidade de vida da criança

 

no brasil, as queimaduras por acidente são a 4ª causa de morte e hospitalização de crianças e adolescentes de até 14 anos. quando a queimadura é profunda, ou seja, de 3º grau, ela afeta todas as camadas da pele, podendo chegar até mesmo aos músculos, tendões e ossos, causam deformidades e demandam intervenções cirúrgicas, como um enxerto de pele.

 

“As queimaduras são É uma patologia que demanda o tratamento multidisciplinar, então precisamos de cirurgiões plásticos, infectologistas, pediatras, intensivistas, enfermagem, fisioterapeutas, terapia ocupacional. Todo um leque de profissionais atuando junto ao paciente garantindo que ele não só sobreviva, mas que sobreviva com qualidade de vida, sem sequelas psicológicas e físicas”, explica o Dr. Molina.

 

Além do atendimento de uma equipe multidisciplinar, queimaduras graves precisam do olhar especializado que só um hospital pediátrico pode dar. “Crianças tendem a fazer cicatrizes de muita má qualidade, então precisamos olhar para elas não como um adulto pequeno, e sim como uma pessoa com as suas particularidades”.

 

Humanização e apoio psicológico para os pais são elementos essenciais em tratamentos de queimaduras extensivas

 

Queimaduras de 3º grau podem exigir hospitalização por um período longo de tempo, inúmeros procedimentos se fazem necessários além de eventuais tratamentos complementares como o de infecções e problemas renais Esse cenário pode ser traumático não só para a criança como para os familiares, que também precisam de acompanhamento e acolhimento no ambiente hospitalar.

 

Aqui no CTCQ nosso atendimento visa o bem-estar da família também. É muito duro para um familiar ver a criança sofrendo de algo tão devastador quanto uma queimadura grave. No caso de uma criança com um ou dois anos de idade, o estado dos pais é ainda mais complicado, porque a criança ainda não se expressa muito bem. Nesse caso, quem precisa de atendimento psicológico são os pais. Atendemos a família junto com a criança, e essa humanização faz toda a diferença no resultado do tratamento”, completa o médico.

 

 

 

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