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Fraturas de Mão

As fraturas dos metacarpos (ossos dos dedos) são responsáveis por 30% a 40% de todas as fraturas da mão. E elas são geralmente o resultado de trauma direto.

O pico de incidência é observado na adolescência, devido à prática esportiva, e até os 3 anos, em consequência de lesões por esmagamento.

Ocorrem inchaço, equimose, deformações e lesões abertas. A mão ilesa apresenta uma cascata normal de dedos semifletidos (semidobrados) – e uma alteração nessa postura pode indicar lesão.

O tratamento depende, fundamentalmente, do local da fratura e da quantidade do desvio: fraturas com deslocamento mínimo sem desvio rotacional podem ser tratadas com imobilização por 3 a 4 semanas.

Para fraturas das falanges e metacarpais, recomenda-se a imobilização do dedo fraturado com pelo menos um dos dedos adjacentes. Aparelho braquiopalmar (mão/braço) é aceito contanto que haja cooperação. A grande maioria das fraturas de mão em crianças consolida-se sem complicações.

Autora: Dra. Patrícia Moraes de Barros Fucs
Fonte: Baseado no texto da autora no livro Manual de Urgências e Emergências em Pediatria
Hospital Infantil Sabará – Ed. Sarvier