Divisão de Neurocirurgia - Hospital Sabará
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Divisão de Neurocirurgia

Pela capacidade técnica, atendimento acolhedor e estrutura hospitalar, a Divisão de Neurocirurgia do Sabará Hospital Infantil recebe pacientes de toda a América Latina que precisam de cuidados de alto nível.

Nossa equipe de neurocirurgia inclui cirurgiões, médicos clínicos, anestesiologistas, enfermeiros, profissionais de imagem e psicólogos, só para citar alguns, que trabalham juntos para oferecer atendimento integrado e personalizado para cada criança, incluindo cuidados clínicos avançados com uma abordagem minimamente invasiva, sempre que possível.

O Sabará realiza um trabalho de excelência em neurocirurgia pediátrica quando se pensa em preparo da equipe e na infraestrutura para realizar os procedimentos.

 

Criança não é adulto pequeno

Nosso time de especialistas tem formação acadêmica robusta e vasta experiência com o público infantil. A propósito, a formação cirúrgica e o treinamento nessa área da Medicina são bastante complexos, pois a criança tem as estruturas do sistema nervoso ainda em desenvolvimento e possui um volume sanguíneo corpóreo restrito, o que torna a cirurgia delicada e de risco relacionado a sangramentos. Por isso, é necessário planejamento e precisão.

Entre os nossos diferenciais estão o fato de sermos uma instituição voltada exclusivamente para a criança e a forma humanizada com que atendemos nossos pacientes e familiares, desde a chegada até o momento da alta. Nossa proposta no Sabará é oferecer atendimento ágil, eficaz e ao mesmo tempo acolhedor.

Nesta especialidade, é fundamental que o paciente seja visto pelo neurocirurgião após a avaliação inicial pelo pediatra geral. O especialista realiza o exame neurológico detalhado assim como solicita os exames complementares específicos com vistas à programação cirúrgica do paciente. A experiência do profissional com crianças é imprescindível pois a comunicação com esta população de pacientes difere dos adultos. Adultos chegam com queixas e história da doença muito claras, enquanto as crianças precisam ser questionadas especificamente sobre situações que sequer sabem que podem estar relacionadas ao quadro da doença. Isso requer uma sensibilidade diferenciada do especialista no momento da consulta.

Além disso, nos casos de crianças pequenas que não se comunicam, a história deve ser obtida a partir de entrevista e observações dos pais, o que requer ainda maior expertise do neurocirurgião. Toda essa dinâmica diferenciada no contato com a criança implica em um exame muito mais demorado e detalhado, linguagem apropriada e materiais e técnicas específicas para a faixa etária em questão.