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Vitamina K

A deficiência de vitamina K é comum em recém-nascidos, por causa da função hepática imatura e transferência de baixas quantidades de vitamina K através da placenta ou do leite materno. Se a vitamina K não é aplicada, a criança corre risco de sangramento, anteriormente conhecido como Doença Hemorrágica do Recém-Nascido. Essa doença está associada com hemorragia cutânea, gastrointestinal e intracraniana em recém-nascidos, com desenvolvimento típico na primeira semana de vida. Para evitá-la, o tratamento padrão é a aplicação de vitamina K1, administrada no nascimento.

A vitamina K é essencial para a atividade de várias enzimas carboxilase nas células hepáticas e, portanto, é necessária para a ativação de fatores de coagulação VII, IX, X e protrombina. A vitamina K é um cofator para algumas proteínas envolvidas na mineralização óssea.

Sinais e sintomas clínicos de deficiência de vitamina K incluem o sangramento das mucosas, hemorragias, melena (sangramento do estômago), hematúria ou quaisquer outras manifestações de coagulação deficiente (hematomas, sangramentos gengivais etc.).