Sabará é classificado como Categoria A pela ANVISA - Hospital Sabará

Sabará é classificado como Categoria A pela ANVISA

O Sabará Hospital Infantil alcançou 88% de conformidade no monitoramento de atividades feito pela ANVISA, classificando-se como categoria A (entre as categorias A, B e C, sendo A a melhor classificação). O resultado é reflexo da preocupação constante da nossa instituição com a qualidade e segurança do paciente.

O que é essa classificação?

A ANVISA faz semestralmente uma avaliação dos hospitais da Rede Sentinela, analisando os resultados alcançados por seus membros através de preenchimento de formulário. Após analisar as respostas das mais de 30 perguntas sobre qualidade, riscos, educação continuada, farmacovigilancia, entre outros temas, dos 241 serviços que formam a rede, a ANVISA os classifica nas categorias A, B ou C, de acordo com a pontuação alcançada. Para classificar-se como A, a instituição precisa ter ao menos 76% de conformidade das respostas.

Com este resultado, o Sabará encontra-se entre os 20% dos serviços com melhor classificação.

O que significa?

Nossa equipe de qualidade e segurança vem ano a ano aprimorando a avaliação de riscos, realizando busca ativa por eventos adversos, promovendo atividades para minimização de riscos, capacitando os profissionais, implementando protocolos de segurança estabelecidos pelo Ministério da Saúde, entre outros fatores.

Desde que a classificação começou a ser feita, em 2013, o Hospital apresentou importante evolução.  Em relação ao ano passado, o Hospital subiu 2 pontos percentuais (de 86% a 88% de conformidade).

 

Rede sentinela

A Rede Sentinela é composta por diversos serviços que notificam e monitoram os eventos adversos e queixas técnicas de produtos sob vigilância sanitária, como medicamentos, equipamentos, uso de sangue ou componentes, entre outros.

As suspeitas de eventos adversos e queixas técnicas são monitorados e investigados juntamente com a Vigilância Sanitária. A conclusão dessas investigações pode resultar em diversas decisões como a retirada do produto do mercado, a restrição de uso e de comercialização, entre outras intervenções.

 

Autor: Mariana Setubal

Atualizado em: 23/5/2018