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Departamento de Oftalmologia

O Departamento de Oftalmologia no Hospital Infantil Sabará reúne profissionais que trabalham em conjunto para encontrar as melhores soluções e garantir que os mais recentes desenvolvimentos científicos sejam colocados em prática para beneficiar seu filho.

Pelo fato de sermos uma instituição pediátrica com infraestrutura e profissionais de diversas especialidades totalmente voltados para a criança, podemos oferecer um atendimento de alto nível que considera o paciente em sua totalidade.

Todas as equipes são preparadas e possuem experiência para lidar com o público infantil e os anseios dos pais.

Além disso, nas doenças oftalmológicas de tratamento cirúrgico, possuímos amplas condições de realizar tais procedimentos e oferecer excelente estrutura para recuperação pós-operatória, com UTI equipada com tecnologia avançada.

Realizamos, inclusive, procedimentos em crianças menores de 2 anos, o que pode ser considerado um destaque no serviço prestado pelo Hospital Infantil Sabará. Afinal, em instituições com foco em oftalmologia, não é recorrente a prática cirúrgica em pacientes muito pequenos, pois, em geral, não possuem estrutura de UTI para contornar possíveis complicações decorrentes de cirurgias.
Nossa equipe de oftalmologistas é especializada em tratar problemas oculares rotineiros e complexos:

  • Fabio Adams: Oftalmologia Geral, Catarata e Glaucoma. Atendimentos de urgência, acompanhamento ambulatorial, cirurgia de glaucoma e catarata congênitos.
  • Patrícia Ferraz Mendes: Oftalmologia Geral Infantil e Oncologia Ocular. Atendimentos de urgência, acompanhamento ambulatorial, cirurgia e procedimentos de oncologia e estrabismo.
  • Diego Tebaldi de Queiroz Barbosa: Oftalmologia geral, catarata e glaucoma. Atendimentos de urgência, acompanhamento ambulatorial e cirúrgico.
  • Bernardo Kaplan Moscovici: Oftalmologia geral, córnea e cirurgia refrativa. Atendimentos de urgência, acompanhamento ambulatorial e cirúrgico.

Entre os casos mais comuns que chegam ao Hospital Infantil Sabará podemos citar:

– Conjuntivites: inflamações oculares superficiais, relacionadas a processos infecciosos ou alérgicos.

 

– Hordéolo: inflamação em glândulas palpebrais, conhecida popularmente como terçol.

 

– Estrabismo: desvio no eixo de visão dos olhos, relacionado ou não com outros problemas oculares ou sistêmicos.

 

– Obstrução de Vias Lacrimais: como o próprio nome já diz, o sistema de drenagem da lágrima é obstruído, causando lacrimejamento excessivo e infecções.

 

– Catarata Congênita: um tipo de catarata que ocorre em recém-nascidos, obstruindo o eixo visual, prejudicando o desenvolvimento da visão.

 

– Glaucoma Congênito: uma falha no desenvolvimento faz com que a criança nasça com a pressão ocular elevada, pondo em risco o desenvolvimento da visão.

 

– Zika: infecções congênitas transmitidas na gestação que podem evoluir com microcefalia e alterações retinianas desde o nascimento que, se não detectadas e acompanhadas, podem levar a criança à cegueira.

 

– Celulite orbitária: processo infeccioso grave que acomete a região da órbita, em geral secundário a processo infeccioso, traumático ou inflamatório, tanto da própria órbita, como seios da face (como em sinusites), ou mesmo em focos infecciosos distantes (pulmão e rins). É importante o diagnóstico e o tratamento precoces, pois se evoluir pode acometer meninges e causar trombose de seio cavernoso.

 

– Hemangioma capilar: tumor benigno mais comum na infância. Aparece nos primeiros meses de vida por uma malformação vascular palpebral que pode, conforme o crescimento, alterar funções visuais. Dependendo da localização e tamanho, pode levar a úlceras corneanas, sendo imperativo que esses casos sejam tratados.

 

– Herpes simples ocular: infecção primária por herpes (por provável contato com um adulto que tenha herpes labial); é comum em bebês e crianças na primeira infância, devendo ser monitorado pelo oftalmologista principalmente pelo risco de evolução para córnea ou retina, podendo causar sequelas irreversíveis na visão da criança.

 

– Retinoblastoma: tumor maligno intraocular (da retina) mais comum em crianças. A detecção e o tratamento precoces influenciam diretamente na sobrevida da criança.

 

– Rabdomiossarcoma: tumor maligno de órbita mais comum em crianças, com sintomas semelhantes ao de celulite orbitária, sendo um de seus diagnósticos diferenciais. O diagnóstico e o tratamento precoces são mandatórios na sobrevida da criança.

 

– Sarcoma Mielóide: entre outros achados da Leucemia Mielóide aguda está esse tumor mielóide extramedular, pode ocorrer antes, durante ou na fase de remissão das leucemias.

 

– Papiledema: edema do disco óptico de crianças causadas por alterações da pressão intracraniana.

 

– Neurite óptica: alteração do nervo óptico caracterizada por edema e borramento que causa diminuição da acuidade visual e muitas vezes dor. A investigação de causa é mandatória para tratamento, incluindo análise de líquor cefalorraquidiano. Pode ser secundário a meningites, quadros reumatológicos, vasculares do Sistema Nervoso Central ou tumorais.

Autor: Mariana Setubal

Atualizado em: 26/6/2017