Vacina para Poliomielite



A doença:

Também chamada paralisia infantil, a poliomielite é causada por um vírus e sua transmissão dá-se pela ingestão de água e alimentos contaminados, já que seu agente é eliminado nas fezes.

A doença pode apresentar-se como um resfriado e raramente pode apresentar meningite e em 1% dos casos pode ocorrer paralisia de um grupo muscular.

A poliomielite está erradicada no Brasil desde 1989 e nas Américas desde 1991, em razão de uma extensa campanha de vacinação e do controle da doença estabelecido pela OPAS (Organização Pan-Americana de Saúde). No entanto, é importante manter a vacinação, pois ainda há locais de grande incidência da doença no mundo e apenas um caso de poliomielite vindo de outro país poderia trazer a doença de volta, caso não haja proteção pela vacina.

A vacina:

Existem dois tipos de vacina contra a poliomielite: a de uso oral (OPV ou Sabin) que são as famosas gotinhas, e a de uso injetável (IPV ou Salk).

OPV ou Sabin
É elaborada com vírus vivo atenuado e administrada por via oral, por meio de duas gotas de uma solução. Tem sido amplamente utilizada nas campanhas de erradicação no Brasil e no mundo, sendo bastante eficaz.
Muito raramente, a vacina Sabin pode causar a doença, em razão do vírus atenuado que existe em sua fórmula, depois que o mesmo sofre mutações. Sua utilização ainda é recomendada em muitos países em razão das facilidades de transporte, conservação e administração, além de produzir imunidade não só em quem foi vacinado, mas também em seus comunicantes.

IPV ou Salk
É elaborada com vírus mortos ou inativos, não oferecendo nenhum risco de causar a doença. É administrada por via intramuscular e tem efeitos adversos muito leves como dor e vermelhidão no local da injeção. A vacina não deve ser utilizada em pacientes alérgicos a algum de seus componentes.




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