Perguntas frequentes

Qual é o telefone do Hospital?

O principal telefone do Sabará Hospital Infantil é: (11) 3155 2800 (atendimento 24h).

Para agendar exames, ligue: (11) 2155 9399 (de segunda a sexta-feira das 8h às 19h) .

O telefone do nosso SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) é: (11) 2155 9305 ou 3155 2873 (horário de funcionamento: de segunda a sexta-feira das 8h às 18h).

Veja outros números de contato aqui.

 

Quais especialidades médicas eu encontro no Sabará?

Todas. No Pronto-Socorro, além dos plantonistas, há otorrinolaringologistas de segunda a sexta-feira das 10h às 22h e sábados e domingos das 10h às 16h. Já os ortopedistas estão presencialmente no Pronto-Socorro de segunda a sexta-feira das 8h à 0h e sábados e domingos das 9h à 0h. Em outros horários, esses especialistas ficam de plantão à distância.

Além disso, temos a Retaguarda de Especialistas, que representa cerca de 35 especialidades. Esses médicos ficam disponíveis à distância e são chamados, quando necessário, para atendimento dos pacientes do Sabará.

Saiba mais aqui.

Caso queira marcar uma consulta, saiba mais sobre as especialidades atendidas no nosso Centro de Excelência.

 

Como faço para agendar uma consulta?

Entre em contato com a nossa Central de Agendamento: (11) 3155 2800 opção 4 e depois opção 1 (de segunda a sexta-feira das 8h às 20h30) e informe ao atendente qual é o seu plano de saúde (ou se a consulta será particular). De acordo com a especialidade desejada, o atendente fará o agendamento.

 

Qual é o melhor horário para ir ao Pronto-Socorro?

O período da manhã, das 7h às 10h, é o de menor movimento do dia. Já à noite, das 19h à 0h, é o período de maior movimento.

Saiba mais aqui.

 

O que fazer quando chegar ao Pronto-Socorro?

  • Primeiro, retire sua senha no totem no térreo do Hospital e aguarde ser chamado para a triagem;
  • Na triagem, será definida a prioridade no atendimento, de acordo com a avaliação de riscos à saúde;
  • Depois da triagem, aguarde na recepção do cadastro;
  • No momento do cadastro, forneça a carteirinha do convênio e os documentos do responsável e do paciente;
  • Depois do cadastro, aguarde no térreo a chamada para ir à Sala 100, localizada no 1º andar;
  • Ao ser chamado, suba a escada rolante e siga a linha verde. A Sala 100 reúne os pacientes antes da chamada ao consultório (pacientes priorizados possuem setor de espera próprio);
  • O monitor da Sala 100 indicará o número do consultório para atendimento;
  • Depois da consulta, o paciente pode receber alta; realizar exames de imagem ou laboratoriais no 2º andar; ser encaminhado para medicação simples/inalação no 1º andar; ou ainda ser levado para observação no 2º andar.

Saiba mais sobre o Pronto-Socorro.

 

Quais são as condições mais frequentes no Pronto-Socorro? O que podemos fazer em caso de emergência?

Queda

É uma das maiores causas de internação hospitalar via pronto-socorro, pois ocorre em qualquer idade e pode ter consequências graves. A maioria dos casos ocorre em casa, quando a criança se encontra desacompanhada de um adulto.

Com algumas mudanças nos hábitos, pode-se reduzir significativamente o risco e as lesões decorrentes de quedas.

O que fazer:

  • Não deixar a criança sozinha em nenhum lugar da casa, mesmo que ela ainda não tenha adquirido a capacidade de rolar;
  • Colocar grades de proteção em qualquer móvel utilizado para a criança dormir (berço ou cama);
  • As cadeiras para alimentação devem ter base alargada, trava e cinto;
  • No berço, observe se a altura da grade lateral é suficiente para evitar que a criança caia por cima, principalmente a partir do momento em que ela consegue ficar em pé com apoio;
  • Nunca use andador. É muito comum a queda do andador em escadas, e as lesões decorrentes dessa queda são frequentemente graves, com trauma de crânio e hospitalização;
  • Disponha os móveis de forma que a supervisão do filho seja direta e constante;
  • Trave portas e bloqueie o acesso às áreas perigosas da casa, como escadas, lavanderia, cozinha e área externa;
  • Remova tapetes, brinquedos do chão, ou qualquer outro objeto que possa causar tropeços e quedas e utilize material de borracha em banheiros;
  • Instale redes ou grades de proteção em todas as janelas dos apartamentos ou casas do tipo sobrado;
  • Utilize equipamentos de proteção como capacetes, cotoveleiras e joelheiras em atividades com bicicleta.

 

Intoxicações/aspiração de corpo estranho

A intoxicação exógena ocorre principalmente porque as crianças têm o hábito de colocar qualquer coisa na boca. Já a aspiração de corpo estranho pode ser o objeto ingerido ou colocado pela criança nas narinas ou conduto auditivo, mas apresenta um risco maior quando é aspirado para o pulmão. Ocorre principalmente em meninos.

Entre os principais agentes estão: medicamentos, produtos de uso domiciliar (derivados de petróleo, cáustico são os mais comuns) e objetos pequenos (pilha, bexiga, botão, outros).

Os casos de intoxicação podem diminuir com a adoção de medidas preventivas, como:

  • Manter produtos domésticos e medicamentos em local fechado, alto e longe do alcance das crianças;
  • Usar cadeado ou trancas nos armários que armazenam os produtos;
  • Não comprar produtos que estejam embalados em garrafas pet, pois a criança poderá confundir com algo comestível;
  • Caso ocorra intoxicação ou aspiração de corpo estranho: levar a criança imediatamente a um hospital referenciado.

Logo após a aspiração de algum objeto, ocorre acesso de tosse, seguida de engasgo, que pode ou não ser valorizado pelos pais. A aspiração também deve ser considerada quando ocorre o primeiro quadro súbito de chiado no peito em crianças sem casos de alergia na família. Tosse persistente, chiado no peito, falta de ar súbita, rouquidão e lábios e unhas arroxeadas são sinais sugestivos de que pode ter ocorrido a aspiração do corpo estranho.

Quando a aspiração é parcial, a criança pode tossir e esboçar sons. Nessa situação, o melhor procedimento é a não intervenção no ambiente doméstico e encaminhamento a um serviço de saúde, para o tratamento definitivo.

Quando a aspiração é total, a criança não consegue esboçar qualquer som, está com asfixia, falta de ar importante e até com os lábios arroxeados. Nessa situação, deve-se proceder da seguinte maneira:

  • Maiores de 1 ano: manobra de Heimlich, que consiste em compressões abaixo das costelas, com sentido para cima, abraçando a criança por trás, até que o corpo estranho seja deslocado da via aérea para a boca e expelido;
  • Menores de 1 ano: cinco percussões com a mão na região das costas, a criança com a cabeça virada para baixo, seguida de cinco compressões na frente, até que o CE seja expelido ou a criança torne-se responsiva e reaja.

 

Queimaduras

A maioria das queimaduras ocorre na cozinha e na presença de um adulto. Em muitos casos o tratamento é muito doloroso, demorado e deixa marcas para sempre. Podem ser causas de queimadura: escaldadura (queimadura por líquidos quentes), contato com fogo e objetos quentes ou por substâncias químicas e, por último, exposição à eletricidade.

As queimaduras são classificadas em primeiro, segundo ou terceiro graus dependendo da profundidade e do dano causado na pele.

O que fazer

Até que se tenha acesso ao atendimento médico, siga as seguintes orientações:

  • Retire a roupa que cobre a área queimada. Se a roupa estiver grudada na área queimada lave a região até que o tecido possa ser retirado delicadamente sem aumentar a lesão. Se continuar aderido à pele, o tecido deve ser cortado ao redor do ferimento;
  • Remova anéis, pulseiras e colares, pois o edema se desenvolve rapidamente;
  • Coloque a área queimada debaixo da água fria (e não gelada) ou coloque compressas limpas e frias sobre a queimadura até que a dor desapareça. O resfriamento das lesões com água fria é o melhor tratamento de urgência da queimadura. A água alivia a dor, limpa a lesão, impede o aprofundamento das queimaduras e diminui o edema (inchação) subsequente;
  • Não utilize compressas úmidas por longo tempo em queimaduras extensas, pois podem ocasionar hipotermia (a temperatura do corpo da vítima fica abaixo do normal);
  • Envolva a criança com lençol limpo, agasalhos, e encaminhe para o atendimento médico;
  • Dê um analgésico para alívio da dor;
  • Nas crianças conscientes e colaborativas com pequenas áreas queimadas (até 10% de SCQ) a hidratação oral com água e sucos de frutas pode ser iniciada;
  • Nas queimaduras extensas, a perda de líquidos é muito grande e a reposição de líquidos e eletrólitos por via venosa deve ser feita o mais rápido possível. Isso é fundamental para a sobrevivência do paciente.

 

Bronquiolite

A bronquiolite é uma doença respiratória aguda, que provoca chiado no peito. Os principais causadores  são os vírus respiratórios, que atacam principalmente nos meses de outono e inverno.

Os vírus respiratórios são transmitidos por contato direto com secreções respiratórias, ou mesmo pelo contato com as mãos de pessoas contaminadas ou objetos. Muitos vírus respiratórios têm a facilidade de viajar pelo ar a partir de saliva e de espirros.

O que fazer

  • Evite ambientes fechados;
  • Evite creches ou escolinhas para bebês menores de 1 ano;
  • Lave as mãos ao chegar em casa ou antes de ter contato com bebês pequenos ou prematuros;
  • Evite contato ou visita de pessoas resfriadas ou gripadas a bebês pequenos;
  • Faça a vacina contra a gripe anualmente.

 

Por que é necessário manter a criança de jejum antes da anestesia?

Os alimentos que engolimos, líquidos ou sólidos, não entram nas vias respiratórias porque dispomos de mecanismos de defesa que fecham sua entrada, fazendo com que eles se dirijam ao estômago. Durante a anestesia, esses mecanismos de defesa são perdidos e, na eventualidade de ocorrer vômito, o alimento poderá entrar nas vias respiratórias e provocar complicações pulmonares muito graves. Portanto, não permita que seu filho coma ou beba qualquer coisa, siga as orientações de seu médico anestesiologista.

Veja aqui o Guia de Jejum.

 

Qual o risco de uma anestesia?

O avanço tecnológico, propiciando novas medicações e equipamentos de monitorização, assim como estudos e pesquisas clínicas, tornaram a prática moderna da anestesiologia muito mais segura do que no passado, reduzindo imensamente os riscos de acidentes ou complicações decorrentes da anestesia. Porém o risco nunca é zero, existem fatores, algumas vezes imponderáveis, relacionados não só à anestesia mas à própria cirurgia, às condições hospitalares e à condição clínica da criança, que podem repercutir num maior risco anestésico-cirúrgico.

Veja outras dúvidas sobre anestesia.

 

Devo levar os remédios quando for ao Hospital para atendimento no Pronto-Socorro ou internação?

Sim. Em caso de atendimento no Pronto-Socorro, informe ao médico os remédios que seu filho toma habitualmente ou tomou nos últimos dias.

Em caso de internação, traga a receita ou a caixinha para que o médico do Sabará avalie se o tratamento será mantido durante o período no Hospital ou não. Caso decida manter, o medicamento será prescrito no sistema, o departamento de Farmácia do Sabará irá providenciá-lo e a Enfermagem irá administrá-lo. Para a sua segurança, é importante que o fornecimento e o controle de todos os remédios seja feito pelos profissionais do Hospital. Assim evitam-se problemas, como o paciente ingerir a mesma dose duas vezes, ou no horário errado, ou um remédio vencido, por exemplo.

 

Qual é o horário da visitação?

As visitas em apartamentos, salvo em caso de proibição por ordem médica, são permitidas de segunda a domingo, das 9h às 21h.

Clique aqui para ver os horários de visitação na UTI.

 

Existe um horário ideal para a visitação – que não atrapalhe as refeições, banho ou tratamento, por exemplo?

Os horários de procedimentos, exames e medicação dependem de cada paciente. Os banhos normalmente acontecem pela manhã. Há seis refeições por dia, veja os horários aqui. Converse com a família do paciente antes da visitação para saber o melhor horário de acordo com a sua rotina.

 

Há uma idade mínima para as crianças visitantes?

Não há uma regra estabelecida, mas de maneira geral não se recomenda a visitação de crianças abaixo de 14 anos. Leia também: crianças visitantes. No caso de pacientes internados em UTI, há um programa especial de visitação de irmãos feito pela equipe de Psicologia. Saiba mais.

 

Quantas pessoas podem fazer a visitação ao mesmo tempo?

Duas de cada vez. É importante não fazer barulho para não atrapalhar os demais pacientes e os profissionais de saúde.

 

O que acontece se chegarem muitas visitas ao mesmo tempo? Onde elas esperam?

Ao se apresentarem à recepção, os visitantes serão informados se estão autorizados a subir. Se já houver duas pessoas no quarto, os visitantes serão orientados a aguardar no térreo até que elas desçam.

 

É permitido levar flores ou bombons de presente?

Flores não são permitidas, pois elas podem ser fonte de insetos e bactérias. Quanto aos bombons, é melhor evitar presentear com qualquer tipo de comida, pois o paciente pode ter restrições alimentares. 

Leia mais sobre os presentes.

 

Há algum cuidado especial que os visitantes devem ter?

Se o visitante está com uma doença contagiosa, como um resfriado ou gripe, ou teve contato com alguém doente nos últimos dias, é melhor não ir ao hospital. Fora isso, é sempre bom lembrar de lavar as mãos e passar álcool gel antes e depois da visita. Também não se recomenda sentar ou colocar utensílios pessoais, como a bolsa, sobre a cama do paciente.

 

Por que as portas dos quartos mantêm alguns avisos, como: precaução de contato?

Visando a segurança do paciente, dos visitantes e dos profissionais, é importante que todas as pessoas que entrem no quarto sigam as recomendações descritas nas placas de precauções das portas. As indicações são feitas conforme a doença do paciente. Em caso de determinadas infecções, varicela, impetigo e herpes zoster disseminado, por exemplo, a indicação é pela precaução de contato, com uso de avental e luvas. Já no caso de meningites bacterianas, coqueluche, difteria, caxumba, influenza, rubéola, entre outras, é indicada a precaução para gotículas, com uso de máscara, e a porta do quarto deve se manter fechada. Em todos os casos, deve-se lavar bem as mãos antes e depois da visita.